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Horário de verão: veja como não se confundir na hora de tomar seus remédios

South_agency/IStock
Imagem: South_agency/IStock

Do UOL VivaBem, em São Paulo

03/11/2018 11h56

A partir da 0h do dia 4 de novembro, o próximo domingo, os relógios deverão ser uma hora adiantados em uma hora. A mudança divide opiniões -- alguns sofrem para acordar ainda mais cedo, enquanto outros adoram ter um dia mais longo.

Independente do gosto, o adiantamento costuma confundir as pessoas, o que pode ser especialmente perigoso para aqueles que fazem uso de medicamentos crônicos ou estão fazendo algum tratamento prolongado com o uso de remédios.

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Calcular o tempo para ajustar o horário do medicamento pode dar um "nó na cabeça", mas, de acordo com especialistas, o importante é manter os intervalos regulares entre uma dose e outra. Não há problema em adiantar a ingestão em uma hora para acompanhar o horário de verão, desde que a próxima dose respeite o intervalo prescrito pelo médico.

De acordo com Alisson Brandão, vice-presidente do CRF/MG (Conselho Regional de Farmácia do Estado de Minas Gerais), para que os efeitos desejados sejam alcançados, o medicamento precisa ser digerido, fornecendo o princípio ativo à corrente sanguínea, para então começar a agir no organismo.

“Os intervalos entre uma dose e outra são necessários para manter a atividade efetiva no organismo”, afirma Brandão. Se o paciente esquecer uma dose, o melhor é não fazer nada, e jamais se deve dobrar a dose seguinte.

Também é necessário lembrar que tomar diferentes medicamentos pode causar interferências no efeito desejado. Nesses casos, é imprescindível contar com a ajuda do farmacêutico ou seu médico, para ajustar o horário de tomada da medicação e se informar sobre as possíveis interações medicamentosas que possam existir.

Quando se trata antibióticos, a atenção deve ser ainda maior. Isso porque os micro-organismos podem desenvolver resistência ao medicamento, agravando o quadro quando o paciente não segue o tratamento prescrito.

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