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Como emagreci

Histórias inspiradoras de quem mudou a silhueta


Ela abandonou fast-food, passou da calça 42 para a 36 e definiu o corpo

Arquivo Pessoal
Imagem: Arquivo Pessoal

Thamires Andrade

Do VivaBem, em São Paulo

15/03/2018 04h00

Falsa magra, Alice Yuri Lima, de 24 anos, chegou a ter 30% de gordura corporal e a barriga não a agradava. Com mudanças na alimentação, a estudante de educação física perdeu 11 kg e se tornou uma corredora competitiva:

"Sempre me achei muito magra e era zoada por causa do corpo. Isso me fez querer engordar, o que consegui comendo várias besteiras. Era coxinha e esfirra todo dia. Fora fast-food nos finais de semana. Essa má alimentação, obviamente, me fez ganhar peso, só que ele ficou mal distribuído. Comecei a ter barriga e fiquei chateada. Bateu aquele desespero de querer emagrecer. Nada cabia em mim, já que pulei do manequim 36 para o 42.

Arquivo Pessoal
Imagem: Arquivo Pessoal
Na época, minha família e amigos não me apoiaram e falavam que eu estava louca, pois já era magra. Mas a realidade é que eu era falsa magra. Tinha 30% de percentual de gordura, o que era muito alto. Afinal, minha alimentação era focada em comidas gordurosas e pouco saudáveis. Sabia que por dentro eu não estava bem e precisava de bons nutrientes.

Praticava esportes quando mais nova e, para emagrecer, abandonei o sedentarismo. Voltei para a capoeira e a zumba. Depois, me matriculei na academia. Praticava musculação e fazia todas as aulas de aeróbico. Em maio de 2015, conheci a corrida e aí comecei a emagrecer para valer.

O passo mais difícil foi diminuir a quantidade de fast-food. Cortei essas comidas aos poucos, em vez de eliminá-las do cardápio completamente. Uma vez por mês, me permitia comer aquele lanche que tanto amava. E foi assim por um ano.

Também fui tirando o pão e o chocolate e aumentando o consumo de frutas e iogurte. Nunca excluí nada completamente da alimentação. Uma vez na semana comia um pedacinho de doce. Isso me ajudou a ficar motivada. Se você coloca na mente que não pode comer aquele alimento de jeito nenhum, isso se torna massacrante. E aí, se você não está com força o suficiente, não sustenta as “proibições” por muito tempo.

Encontrei essa forma de ser mais equilibrada e fugir do radicalismo. Faço isso até hoje: dieta certinha durante a semana e no fim de semana como um lanche ou um chocolate. Voltei para o manequim 36 e hoje tenho 14,8% de percentual de gordura.

Arquivo Pessoal
Imagem: Arquivo Pessoal
Fora a alimentação, a corrida também foi responsável por eu emagrecer 11 kg. No começo, corria só três vezes por semana. Depois, larguei a academia e passei a correr de cinco a seis vezes. Fiquei apaixonada pelo esporte, pois sou muito competitiva. Minha primeira corrida foi em maio de 2015 e já subi no pódio: fiquei entre as cinco melhores.

Isso elevou minha autoestima e fez com que eu começasse a pensar diferente, que precisava nutrir bem meu corpo para correr cada dia melhor. Foi quando notei que certos alimentos que eu adorava não faziam bem, como o fast-food.

Hoje sou atleta amadora, mas em nível competitivo, e toda minha alimentação é voltada para melhorar minha performance na corrida. A nutricionista colocou mais carboidrato e proteína no cardápio para me recuperar dos treinos, que são fortes. Também consumo alguns suplementos.

O mais legal de toda essa jornada é quando começamos a ver os resultados, nos inspiramos e focamos mais no objetivo. Acreditamos que temos potencial para chegar lá.

No entanto, é preciso querer e focar. Gosto de contar a minha história para mostrar que é possível emagrecer e ter mais qualidade de vida por meio do esporte."

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