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Dieta

Quer mudar o cardápio? Cientistas elegem as dietas mais saudáveis de 2018

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Imagem: iStock

Do VivaBem, em São Paulo

15/01/2018 20h14

Para conseguir ajudar todos que lutam contra a balança, a revista americana U.S. News & World Report divulgou um ranking com as melhores apostas para quem quer começar uma dieta em 2018. E não pense que a colocação é furada, quem selecionou os melhores resultados foram profissionais renomados de instituições famosas como a Universidade Harvard, nos Estados Unidos.

Neste ano, a medalha de ouro ficou dividida entre duas estratégias: a famosa dieta mediterrânea e a DASH, que em inglês significa Medidas Dietéticas para Controlar a Hipertensão. O júri leva em conta diversos fatores como a facilidade de manter a dieta e se ela realmente diminui o peso. O número de calorias não importa para os especialistas.

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A DASH tem como objetivo prevenir e controlar a pressão alta, tentando diminuir o risco de infarto e derrame. A proposta é comer os grupos de alimentos que já são conhecidos como saudáveis e são ricos em potássio, cálcio, proteínas e fibras –como verduras, legumes, carnes magras e grãos integrais.

No cardápio DASH é preciso reduzir o consumo de fontes de gordura saturada, como laticínios integrais e carnes vermelhas, e alimentos com açúcar, como doces e refrigerante. O sódio também não é bem-vindo na dieta, por ser o responsável por deixar a pressão lá nas alturas.

Já na outra opção campeã, a dieta mediterrânea, o cardápio tem como eixo o consumo de hortaliças, legumes, leguminosas, frutas, oleaginosas, cereais integrais, azeite de oliva, além de peixe, laticínios e vinho. As opções são moldadas pelo clima e tradições da região do Mediterrâneo e diversos estudos científicos mostram sua funcionalidade.

Um estudo realizado pela Universidade de Atenas, na Grécia, mostrou que habitantes de uma pequena ilha grega que investem na dieta mediterrânea têm duas vezes mais chance de chegar aos 90 anos do que os americanos (que são chegados ao fast food). Eles também vivem de oito a dez anos a mais antes de terem câncer ou doenças coronarianas.

Não achou convincente? Uma outra pesquisa, realizada na Universidade de Edimburgo, na Escócia, mostrou que o cérebro de pessoas idosas que seguiam a alimentação mediterrânea clássica reteve a maior parte de seu volume, enquanto aqueles não o faziam ficavam mais propensos a desenvolver atrofia cerebral.

Os entendidos no assunto fizeram suas apostas. E você? Qual dieta vai investir para melhorar a saúde em 2018?

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