Dieta

Ex-BBB engorda após lesão; dá para manter a forma sem exercício?

Reprodução/Instagram
Ex-BBB Paulinha compara seu corpo antes e depois de perder 44 quilos Imagem: Reprodução/Instagram

Thamires Andrade

Do VivaBem, em São Paulo

23/11/2017 17h26

A ex-BBB Paulinha Leite, que emagreceu mais de 40 kg, usou sua conta no Instagram para lamentar que engordou nove quilos depois de ficar onze meses sem praticar atividade física por conta de um problema no joelho.

No entanto, lesão não é sinônimo de descanso absoluto. Sérgio Maurício, ortopedista especializado em joelho com experiência em corredores, fala que não basta tratar a lesão e ignorar as necessidades dos pacientes.

"Quando você tira 100% da atividade física, além de o paciente ganhar peso, ele pode ficar mal-humorado e ter dificuldade para retomar o hábito esportivo posteriormente", diz.

É o caso de Paulinha, que confessou que voltou a sentir desânimo para voltar para a academia. Segundo o ortopedista, é fácil perder a vontade de se exercitar. "Se você destina das 20h às 21h para a academia e, depois, suspende a atividade, o Netflix pega essa hora e não devolve nunca mais", brinca.

Quando a lesão é no joelho, Sérgio tem um leque de atividades que indica aos pacientes, como natação, treino de musculação para membros superiores e exercícios sentados.

Mas claro que essas atividades só são permitidas com o aval de um médico. "Procuro sempre manter meus pacientes ativos, mas existem sim lesões que recomendamos descanso absoluto", diz.

Vai ficar parado? Fique de olho no prato

Se a atividade física for suspensa por um tempo, a nutricionista da Bodytech Daniela Lasman diz que as quantidades das refeições precisarão ser repensadas para evitar o ganho de peso.

“Não dá para manter a alimentação de quando treinava, já que o gasto calórico diminuiu. É importante buscar um nutricionista para que ele avalie se precisa reduzir alguns macronutrientes, como o carboidrato”, explica.

Quando ocorre uma lesão no corpo, o organismo entra em um processo inflamatório --que dura de 4 a 7 dias-- e, nessa fase, Daniela recomenda apostar nos alimentos anti-inflamatórios, como peixes de água fria, oleaginosas, vegetais folhosos verde-escuros e tomate. 

“A inflamação também compromete a nossa microbiota intestinal, por isso, é interessante aumentar o consumo de prebióticos, como iogurte, e aumentar a ingestão de líquidos”, recomenda.

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