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Equilíbrio

Cuidar da mente para uma vida mais harmônica

8 benefícios da ioga (comprovados pela ciência) para a sua saúde

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Imagem: iStock

Do VivaBem

11/03/2018 04h00

Não é só para ficar com o corpo forte e resistente nem para postar foto no Instagram que a ioga serve. Estudos mostram que a prática também faz bem para a saúde, diminuindo sintomas de ansiedade e depressão e até prevenindo doenças cardiovasculares.

Quer saber mais sobre esses benefícios comprovados pela ciência? Confira na lista abaixo 8 vantagens da ioga que vão além da flexibilidade e do equilíbrio.

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    Reduz inflamação do corpo

    Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revisaram 26 estudos sobre o uso de terapias de corpo e mente como Tai Chi, ioga e meditação na redução de alguns sintomas e melhora da qualidade de vida. Publicado em 2016, o resultado mostrou que essas terapias reduziram a expressão de genes relacionados à inflamação. Outra análise, publicada em 2014 no periódico 'PLOS One' mostrou que a ioga também tem um papel importante na redução dessa inflamação associada ao câncer, ao diabetes e a doenças cardiovasculares.

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    Alivia dor crônica nas costas

    Há estudos que relacionam a prática de ioga ao alívio de dores em pessoas com artrite, fibromialgia e dor nas costas. Um estudo publicado em 2011 no 'Annals of Internal Medicine', por exemplo, analisou 313 adultos com dor crônica nas costas. Os 156 voluntários que praticaram ioga por três meses relataram sofrer menos com o problema e até sentiram melhora na função das costas. Outro estudo, realizado pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, em 2005 mostrou que a ioga é mais eficiente do que exercícios próprios para a dor nas costas, e os benefícios duram por diversos meses.

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    Diminui riscos de doenças cardiovasculares

    Um estudo de Harvard publicado em 2014 no periódico 'European Journal of Preventive Cardiology' mostrou que a ioga pode reduzir os riscos de doenças do coração tanto quanto exercícios convencionais, como a caminhada. Isso porque a prática reduziu o IMC (Índice de Massa Corporal), a pressão sanguínea, o colesterol e os batimentos cardíacos dos voluntários.

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    Melhora qualidade de vida de mulheres com câncer de mama

    Já outra análise publicada no periódico 'Journal of Clinical Oncology' em 2014 constatou que a ioga melhorou a qualidade de vida de mulheres que estavam fazendo radioterapia para tratar câncer de mama. Além disso, a prática também reduziu a fadiga nas voluntárias, assim como os sinais de depressão.

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    Ajuda na memória

    A prática regular de ioga ainda ajuda na preservação de regiões cerebrais associadas à atenção e memória. É o que indica um estudo feito no Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein, publicado em 2017. "O exercício tem um papel de neuroproteção, retardando a degeneração cerebral que ocorre com a idade da mesma maneira que retarda a perda de massa muscular", disse Rui Afonso, autor principal da pesquisa.

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    Combate ansiedade e depressão

    Um estudo realizado em 2004 por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, relatou que os voluntários com depressão que praticaram duas aulas de 1 hora de ioga por semana reportaram diminuição nos sintomas de depressão e ansiedade, além de diminuição no mau humor e cansaço, além de maiores níveis de cortisol (hormônio regulador de estresse).

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    Melhora o funcionamento do cérebro

    Praticar somente 25 minutos de ioga por dia pode aperfeiçoar as funções do cérebro, habilidades cognitivas, a habilidade de controlar respostas emocionais impulsivas e padrões habituais de pensamento e ações, de acordo com um estudo realizado em 2017 pela Universidade de Waterloo, no Canadá.

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    Ajuda na consciência e satisfação corporal

    Um estudo realizado em 2005 por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, comparou três grupos de mulheres: 43 que faziam lyengar e ashtanga, 45 que faziam exercícios aeróbios e 51 que eram sedentárias. Os resultados mostraram que as mulheres praticantes de ioga tinham mais consciência corporal e se sentiam mais satisfeitas com seus corpos do que os outros grupos.