Saúde

Sintomas, prevenção e tratamento de doenças

5 dicas para identificar um remédio falso

iStock
Imagem: iStock

Do VivaBem

29/11/2017 13h00

Um em cada dez remédios vendidos em países em desenvolvimento é falso ou abaixo do padrão, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Apesar de ser um problema grave que pode até levar à morte, a população, principalmente os brasileiros, não sabe identificar se um medicamento é irregular. Mas algumas dicas podem ajudar a combater esses vilões.

Veja também:

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Ministério da Saúde fizeram uma cartilha para auxiliar a população a distinguir um produtor verdadeiro de um falsificado ou irregular. Segundo esses órgãos, o usuário é um importante aliado no combate à falsificação, ao contrabando e comércio irregular de medicamentos. Confira as dicas e fique atento em sua próxima compra.

Caso você se depare com uma dessas cápsulas, é recomendado entrar em contato com as autoridades para eles investigarem o medicamento. Contate a Anvisa (08006429782), as vigilâncias sanitárias locais, o Ministério Público ou a polícia de seu Estado.

Veja 5 dicas para identificar um remédio irregular

  • Imagem: iStock
    iStock
    Imagem: iStock

    Observe a tarja e o lacre do remédio

    A tarja fica em uma das duas laterais da embalagem e possui uma tinta reativa que ao entrar em contato com metal, como a chave do carro ou uma moeda, revela a palavra ?qualidade? e a logomarca da empresa. O medicamento deve estar lacrado e a rotulagem deve estar em português. Muitos medicamentos falsificados apresentam erros ortográficos.

  • Imagem: iStock
    iStock
    Imagem: iStock

    Atente-se as informações na embalagem

    Verifique se na embalagem há um número de SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) e confira se ele funciona. Você também pode observar uma série de fatores, como: comparar o número do lote na cartela interna e na caixinha; ver o nome, endereço e CNPJ do detentor de registro no Brasil; nome do fabricante e local de fabricação do produto; data de fabricação (no mínimo mês/ano); data de validade (no mínimo mês/ano); sigla MS seguida do número de registro no Ministério da Saúde --o registro inicia-se com o número 1 e possui treze dígitos; cuidados de conservação, indicando a faixa de temperatura e condições de armazenamento.

  • Imagem: iStock
    iStock
    Imagem: iStock

    O preço pode ser um sinal

    Preços muito abaixo do mercado também podem ser uma pista de que o produto é falso, e o MS informa que a categoria que mais encabeça casos de falsificação é a de medicamentos para disfunção erétil, como o Viagra, seguida por remédios de alto valor agregado, como os para câncer.

  • Imagem: iStock
    iStock
    Imagem: iStock

    Composição é coisa séria

    Fique atento! A composição de remédios falsificados pode variar muito desde ordens alteradas a ausência do princípio ativo e inclusão de outras substâncias. Assim, os medicamentos falsos não têm eficácia para tratar o paciente, podem piorar o quadro clínico e até gerar outras respostas como novas infecções.

  • Imagem: iStock
    iStock
    Imagem: iStock

    Saiba onde comprar os remédios

    O MS afirma que os medicamentos falsos podem ser achados em farmácias, drogarias, postos de combustíveis, lanchonetes e até em bancas de rua e sites não habilitados para venda de remédios. É essencial que o paciente faça compras em farmácias ou serviços de delivery devidamente autorizados.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

do UOL
Blog da Adriana Vilarinho
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Cintia Cercato
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Agência Estado
do UOL
Blog da Lúcia Helena
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
EFE
Agência Estado
BBC
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
AFP
Agência Estado
do UOL
Agência Estado
Blog da Lúcia Helena
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
AFP
do UOL
BBC
do UOL
do UOL
Topo