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11 cuidados que você deve ter na hora de comprar e consumir peixe

Adriano Vizoni/Folhapress
Imagem: Adriano Vizoni/Folhapress

Chloé Pinheiro

Colaboração para o VivaBem

09/02/2018 04h00

O caso de um homem na Califórnia, nos Estados Unidos, que chegou ao pronto-socorro com um verme de 1,7 m que tinha saído de dentro dele chamou a atenção. Embora casos como este sejam raros, há outros perigos no consumo de peixes de procedência duvidosa ou manipulados da maneira errada.

Além da própria tênia, parasita comprido que invadiu o estômago do norte-americano, a principal preocupação no Brasil é com as bactérias como a salmonela, que pode provocar intoxicação alimentar e infecções intestinais. Portanto, tome esses 11 cuidados ao comprar ou consumir peixe fora de casa:

Fontes consultadas: Giovanna Oliveira, nutricionista da Clínica Dra. Maria Fernanda Barca; Paulo Olzon, infectologista da Universidade Federal de São Paulo; Bernadette Matos Alcâncara , engenheira de alimentos do Departamento de Vigilância Sanitária da Prefeitura de Fortaleza e Nelly Yoneyama, nutricionista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco (SP).

  • Imagem: Adriano Vizoni/Folhapress
    Adriano Vizoni/Folhapress
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    Se for comer sushi, certifique-se de que ele tenha sido congelado antes

    As temperaturas negativas ajudam a matar possíveis larvas de tênia que tenham sido engolidas pelo peixe. Mas, para isso acontecer, são necessários pelo menos sete dias em temperaturas menores do que 20 graus negativos.

  • Imagem: Getty Images
    Getty Images
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    Atenção com a origem do salmão

    A maior parte desta espécie consumida aqui no Brasil não vem das águas profundas do hemisfério Norte, mas do Chile, onde são criados em cativeiro. O problema é que, nestas condições, os animais estão mais sujeitos a carregar infecções e parasitoses. E a saber: as contaminações podem ocorrer tanto em peixes de água doce quanto de água salgada.

  • Imagem: iStock
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    O peixe cru deve estar sempre gelado

    Acima de 4 graus já há risco de contaminação de bactérias, por isso desconfie das postas exibidas em estufas, nos balcões de restaurantes, ou de sashimis servidos em temperatura quase ambiente, o que indica que ele já está fora da geladeira há algum tempo.

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    Sempre que possível, analise o peixe inteiro

    É um pouco difícil quando comemos fora, mas, ao comprar no supermercado, verifique se a pele está brilhante e íntegra. Já os olhos não podem ter manchinhas ou estarem fundos e embaçados. A carne deve ser rígida e não molenga demais.

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    Separe utensílios exclusivos para o peixe

    Isso vale para carnes em geral. Na hora de manusear, não use facas que já passaram por outros ingredientes e fuja das tábuas de madeira, que são porosas e facilitam a multiplicação de bactérias. No restaurante, verifique se o local segue essas práticas e evite as barcas de madeira, pelo mesmo motivo das tábuas.

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    Observe o local antes de comer

    Parte da contaminação pode ocorrer durante o transporte e a compra do peixe, mas na cozinha do restaurante é possível conferir se os funcionários lavam as mãos constantemente, se há uma estação exclusiva para o preparo dos sushis e como são as condições de higiene do ambiente.

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    O congelado também exige cuidado

    Se houver presença de pedaços de gelo dentro da embalagem ou os filés estiverem grudados, pode ser um sinal de que o peixe já descongelou, o que representa risco de contaminação.

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    Polaca do Alasca está sob suspeita

    Essa espécie é comumente vendida em filés congelados, mas nesta semana um lote da marca Qualitá, teve a venda proibida pela Anvisa por conter larvas de cestoides e nematoides, espécies de tênia. Verifique os selos de procedência.

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    Evite o delivery de peixe cru

    Aqui o problema é mais uma vez a temperatura. Na moto, sushi e sashimi passam tempo demais expostos a uma temperatura favorável à contaminação. O melhor é comer logo depois do preparo.

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    O barato pode sair caro

    Para que o peixe tenha um processo de produção seguro, precisa passar por diversos órgãos reguladores e controles de qualidade. Isso custa, então vale o pé atrás com rodízios extremamente baratos.

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